sábado, 11 de agosto de 2012

XVI


Já que você não vem
Posso querer cometer loucuras
Sair a sua procura
Numa escura rua
Nua solidão zen.
 
Já que você não vem
Posso chorar as horas
Da solidão que me devora
Por fora dentro
Todo corroído sentimento
Atravessado momento
Perdido das horas do teu bem.
 
Posso escrever poemas frios
Versos tristes pra ninguém
Gritar ao quatro ventos
Enquanto você não vem.
 
Não há estrela que meu coração não persiga
Força, leve viga
Que sustenta o sonho
Medonho dos meus sentimentos
Na força do seu momento
Nas linhas do meu destino
Um segundo desatino
Do bem de amar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário